Mônica

Professora de inglês e contadora de histórias movida a café, rock’n’roll e páginas envelhecidas.

Esta sou eu, sem tirar nem pôr. Mas vamos aos detalhes.

Eu nunca sonhei em ser professora, nunca nem imaginei que pudesse me dar bem nesta carreira. Quando ainda era muito pequena, comecei a falar em ser escritora; o sonho de ganhar a vida escrevendo sempre foi muito constante na minha vida. Mas, ao mesmo tempo, eu tinha outras paixões, outras coisas que me despertavam o interesse. Uma delas era a geologia. Em meio ao turbilhão de dúvidas e incertezas da época de vestibular, com a pressão (leve, mas presente) da família para que eu escolhesse algo “prático” para estudar, algo que me desse dinheiro, foi exatamente nela que eu me apoiei. A minha história com a geologia foi de muita felicidade e descobrimento, além de algumas cabeçadas na parede e decepções; mas ela teve começo, meio e fim.

Em tempo: eu não me arrependo de ter me formado geóloga. Como poderia, quando essa escolha me trouxe tantas coisas boas?

Mas eu esperava mais do mundo acadêmico, eu esperava mais do mercado de trabalho, eu, com toda a inocência de vestibulanda, ainda esperava trabalhar com monitoramento de vulcões, ajudando as pessoas e fazendo a diferença na vida delas. Demorou para eu entender que toda a frustração que eu sentia vinha aqui de dentro do meu peito. Eu queria mudar cenários e contextos que não me agradavam, só porque EU não me encaixava neles. Ninguém nunca tinha me dito que eu podia CRIAR o meu próprio cenário.

Quando eu comecei a me dar conta disto, eu resolvi mudar.

Como eu já tinha dado aulas de inglês antes, assumir a identidade de professora foi uma solução rápida e óbvia para o problema de grana mais imediato. Só que desta vez eu estava totalmente focada no que estava fazendo, sinceramente disposta a começar do zero. E aos poucos aquilo começou a mexer comigo de um jeito que a geologia, linda e complexa como só ela pode ser, nunca conseguiu. Eu conseguia ver que estava ajudando as pessoas de verdade, eu conseguia ver as mudanças acontecendo na minha frente!!!

Semanas, meses, anos se passaram, e meus olhos continuam brilhando, porque ver meus alunos aprendendo me dá muito gosto. Mais do que isso, a conexão que nós criamos em 45, 50 ou 60 minutos de aula é muito forte. Eu finalmente descobri a minha paixão, e descobri em meus alunos uma fonte infinita de inspiração.

Hoje, especializada em ensino de língua inglesa pela Estácio de Sá, eu já trabalhei na maioria das franquias nacionais de escolas de idiomas que existem por aí, tive a oportunidade de dar aula para pessoas que me inspiram demais e até desenvolvi um método de aplicação de RPGs (Role-Playing Games) no aprendizado de inglês. Como eu amo entretenimento, e aprendi inglês sozinha apenas com música, séries, filmes e afins, estou sempre olhando ao redor em busca de referências que eu possa levar para a sala de aula, para aproximar o idioma e a cultura aos meus alunos o máximo que eu puder.

Tenho experiência o suficiente para garantir que não é impossível aprender inglês, desde que haja motivação e dedicação da parte dos alunos. E o que eu faço diariamente, nada mais é do que guiá-los na direção correta. No fim das contas,

eu ajudo pessoas a criarem sua segunda voz. ❤

 

 

Obs: A vontade de escrever, e o sonho de ser escritora ainda vivem – bem alto – dentro de mim. Se você quer receber meus manuscritos exclusivos, cheios de dicas de inglês que eu não dou em nenhum outro lugar, além de textos originais para treinar a sua leitura, deixe seu e-mail aqui embaixo: